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Startups e estrutura de código: quando o MVP vira dívida técnica estrutural

O primeiro deploy saiu em semanas; o décimo, com o mesmo repositório, já exige dias e medo de regressão. Não é só falta de teste — é fronteira de módulo inexistente, dependências circulares e configuração espalhada que ninguém mapeou.

Padrões que vemos

“Vamos quebrar em microserviços no próximo sprint” sem domínio estável: nascem sete deploys e um acoplamento pior que o monólito via chamadas síncronas. Pacotes compartilhados que viram lixeira global de DTOs e utils. Falta de convenções de nomenclatura e camadas, dificultando onboarding e revisões.

Caminho mais saudável

Modularizar dentro do monólito (bounded contexts), contratos claros entre módulos, pipelines de CI que falham cedo em acoplamento proibido, e decisão documentada de quando fatiar serviços — geralmente após estabilizar o modelo de domínio e observabilidade. A LASS apoia arquitetos e tech leads a desenhar esse degrau sem travar entrega.